sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Algumas considerações sobre o aquecimento global: para refletir

Algumas considerações sobre o aquecimento global: para refletir
Anderson Luiz dos Santos
Previsões dos modelos climáticos:
ü      Aumento da temperatura média da Terra: de 1oC para 3,5oC;
ü      Taxa de aquecimento global: 0,2oC para 0,3oC por década;
ü      Aumento da temperatura no inverno;
ü      Noites mais quentes;
ü      Aumento dos índices de chuvas nas latitudes médias e altas;
ü      Chuvas das estações quentes mais intensas;
ü      Secas mais severas e mais longas;
ü      Elevação do nível dos mares em cerca de 58 cm em 2090.

Argumentos contra as ações migratórias do aquecimento global:
ü      O aquecimento observado é pequeno se comparado as flutuações naturais das idades do gelo;
ü      O aquecimento não é maior que as flutuações interanuais naturais;
ü      O aquecimento é menor do que o gradiente de temperatura entre os Pólos e o Equador;
ü      O aquecimento é benéfico em muitas áreas do Planeta (Sibéria);
ü      O aquecimento global esta evitando uma nova idade do gelo.

O que dizer de tudo isso?

Questões Ambientais em Pauta

Questões Ambientais em Pauta
Por: Anderson Luiz dos Santos
prof.andersongeo@hotmail.com

As questões ambientais tem se tornado atualmente centro de debates e conferencias em vários seguimentos da população, já que se percebe certa preocupação com o meio social em que se desenvolve a vida humana. O fato é que, evidencias científicas de varias vertentes não deixa claro o futuro do Planeta, mesmo suscitando teorias que comprovem os fatos do aquecimento global ou não.
Observando para esse lado, a realidade é que, vivemos em uma sociedade atual marcada por fatos catastróficos, os quais não podem ser negados por ninguém. Outra realidade é que, os índices de CO2 dispostos na atmosfera tem se tornado cada vez maior, fato esse que de uma forma ou outra tem acelerado o processo de aquecimento da Terra, fugindo de seus padrões naturais.
Para aliviar as tensões entre as várias nações e as preocupações quanto à sobrevivência do homem na Terra, acordos diversos tem se firmado em reuniões, convenções e encontros. O problema é que, nem sempre se chega a uma unicidade comum. Os interesses particulares tem se tornado peso maior sobre as questões ambientais.
Implementações conjuntas como o aumento do processo de “seqüestro de carbono” associado à necessidade do uso de mecanismos de desenvolvimento limpo, tem sido tentativas para a garantia de uma melhor qualidade de vida humana. Plantar árvores e reduzir o CO2 disposto na atmosfera através das atividades econômicas não é tarefa fácil. Fica para os países menos desenvolvidos a carga maior da responsabilidade, enquanto que os mais desenvolvidos e também maiores poluidores não se preocupam em reduzir seus índices.
O problema esta no fato de que as grandes corporações não encontram altos índices lucrativos em criar espaços de seqüestro de carbono em seus países de origem e encontram ainda maior empecilho de fazê-lo em países menos desenvolvidos, pois os índices de desmatamento são altos e os espaços são quase que superlotados.
Verifica-se com esse fato que a questão ambiental de redução de CO2 atmosférico se tornou comércio livre em que os países negociam um com outro os créditos de carbono em que podem ou não utilizar.
O fato é que, tudo o que parece girar como um círculo virtuoso tem sido na verdade uma ferida aberta. Os grandes investidores e produtores do meio industrial não querem perder mercado por isso lutam por todos os meios com o intuito de aumentar sua faixa de ganhos, fato esse que não inclui uma preocupação com o meio ambiente natural e humano. Os produtos primários não custam tanto no mercado mundial como os secundários, o que não atraem os investidores e financiadores planetários.
Enfim, cabe a sociedade civil no geral uma organização e articulações para construir barreiras que force a preocupação quanto às questões de ordem ambiental, afinal, é nossa sobrevivência que está em jogo, da raça humana, do Planeta. Questões ambientais devem sim ser centros de debates, prioritária, por se tratar do nosso meio onde o homem ambientou sua morada.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Aquecimento global





           aquecimento global
A aceleração do degelo na calota polar da Groenlândia duplicou nos últimos 25 anos
A aceleração do degelo na calota polar da Groenlândia duplicou nos últimos 25 anos
aquecimento global é uma consequência das alterações climáticas ocorridas no planeta. Diversas pesquisas confirmam o aumento da temperatura média global. Conforme cientistas do Painel Intergovernamental em Mudança do Clima (IPCC), da Organização das Nações Unidas (ONU), o século XX foi o mais quente dos últimos cinco, com aumento de temperatura média entre 0,3°C e 0,6°C. Esse aumento pode parecer insignificante, mas é suficiente para modificar todo clima de uma região e afetar profundamente a biodiversidade, desencadeando vários desastres ambientais.

Consequências do Aquecimento Global
 As causas do aquecimento global são muito pesquisadas. Existe uma parcela da comunidade científica que atribui esse fenômeno como um processo natural, afirmando que o planeta Terra está numa fase de transição natural, um processo longo e dinâmico, saindo da era glacial para a interglacial, sendo o aumento da temperatura consequência desse fenômeno.

No entanto, as principais atribuições para o aquecimento global são relacionadas às atividades humanas, que intensificam o efeito de estufa através do aumento na queima de gases de combustíveis fósseis, como petróleo, carvão mineral e gás natural. A queima dessas substâncias produz gases como o dióxido de carbono (CO2), o metano (CH4) e óxido nitroso (N2O), que retêm o calor proveniente das radiações solares, como se funcionassem como o vidro de uma estufa de plantas, esse processo causa o aumento da temperatura. Outros fatores que contribuem de forma significativa para as alterações climáticas são os desmatamentos e a constante impermeabilização do solo.

Efeito de Estufa
O degelo é outra consequência do aquecimento global, segundo especialistas, a região do oceano Ártico é a mais afetada. Nos últimos anos, a camada de gelo desse oceano tornou-se 40% mais fina e sua área sofreu redução de aproximadamente 15%. As principais cordilheiras do mundo também estão perdendo massa de gelo e neve. As geleiras dos Alpes recuaram cerca de 40%, e, conforme artigo da revista britânica Science, a capa de neve que cobre o monte Kilimanjaro, na Tanzânia, pode desaparecer nas próximas décadas.

O Degelo provocado pelas Alterações Climáticas
  Em busca de alternativas para minimizar o aquecimento global, 162 países assinaram o Protocolo de Kyoto em 1997. Conforme o documento, as nações desenvolvidas comprometem-se a reduzir sua emissão de gases que provocam o efeito de estufa, em pelo menos 5% em relação aos níveis de 1990. Essa meta tem que ser cumprida entre os anos de 2008 e 2012. Porém, vários países não fizeram nenhum esforço para que a meta seja atingida, o principal é os Estados Unidos.

Atualmente os principais emissores dos gases do efeito de estufa são respectivamente: China, Estados Unidos, Rússia, Índia, Brasil, Japão, Alemanha, Canadá, Reino Unido e Coreia do Sul.

Por Wagner de Cerqueira e Franscisco
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola



terça-feira, 4 de setembro de 2012

Texto de autoria Grupo Inovageo - Biocombustíveis


Produção de um texto de autoria do Grupo Inovageo para o Blog, ligados ao Tema da Disciplina 8, a Charge e ao Vídeo escolhido pelo grupo.

Pensando nas questões sobre energia limpa e biocombustíveis é necessário estudar a fundo algumas propostas:
Primeiro: Não existe energia limpa em 100%. Todos de alguma forma liberam algum poluente.
Segundo: Todos os biocombustíveis competem com a produção agrícola, pois demandam espaços cada vez maiores, e estão ligados ao agronegócio. Como tem maior lucratividade o biodiesel, muitos fazendeiros deixam de investir na área de alimentação.
Terceiro: Normalmente é realizado o sistema de monocultura, o que desgasta em demasia o solo e requer além de fertilizantes, correção química do solo.  Embora uma propriedade possua espaço extremamente amplo, por causa da produtividade ele se torna pequeno e não tem descanso.
Quarto: Para sua produção é usado uma porcentagem alta de energia, que normalmente ou vem das hidrelétricas ou do sistema diesel. Utilizando os recursos hídricos em demasia ou queimando combustão e liberando CO2.
Quinto: Desde a sua plantação até a sua colheita uma grande quantidade de água, normalmente desviada de rios, córregos, e volta através do ciclo hidrológico às terras, muitas vezes contaminadas por elementos químicos pesados que seja derivado dos fertilizantes.
Sexto: Por atuar no segmento de agronegócios, muitos fazendeiros deixam de produzir para a área de alimentação para atuar na área de combustível, o que pode contribuir para o desabastecimento, provocar a alta dos alimentos.
Sétimo: Algumas indústrias principalmente nas regiões em que estão concentrados os agronegócios tem mudado o perfil de produção, pois os biocombustíveis estão em alta. Deixando uma parcela da população sem empregos e indo buscar mão de obra especializada em outros países.
Oitavo: Embora tenha um pequeno índice de poluentes, não deixam de poluir em menor escala e aumentar o CO2. Também aqui vale salientar a intima ligação com a Charge escolhida pelo Grupo (http://www.biodieselbr.com/charges/orlandeli/mobi-aquec-global-190209.htm).
Estas são apenas algumas propostas que devem ser vista de modo crítico pelos governos dentre tantas outras, como a questão do barateamento da mão de obra, também a mecanização do campo em quase sua totalidade. Sobrando empregos para quem é especialista. Não há uma política de formação de mão de obra, o que causa o êxodo para outras regiões, principalmente as metropolitanas, aumentando o número de desempregados e a violência e o sucateamento dos serviços públicos dentre eles, a saúde e educação.
Há necessidade de um esforço conjunto dos países que assinam acordos como o Protocolo de Kyoto e também participam de Encontros e Eventos Internacionais como a Rio+20, para que em seu território implantem medidas eficazes de sustentabilidade, pois as questões climáticas, planetárias atingem a todos. E em relação aos biocombustíveis e sua implantação ele deverá, de acordo com o Texto da Disciplina 8, página 60 “No que diz respeito ao potencial de reduzir ou exacerbar a pobreza, os agros combustíveis esbarram nas mesmas imperfeições políticas, regulamentares ou de investimentos que impedem que a agricultura seja uma opção para a redução da pobreza”. Para sanar a maioria dessas imperfeições há a necessidade de melhoramentos políticos no âmbito dos países, muito mais que no nível global, o que leva à consideração de se efetuar uma análise país a país para se avaliar o impacto do agro combustível na redução da pobreza. Também pensar em modelos que beneficiem a todos implantando Projetos de Desenvolvimento econômico e social sustentável em países mais pobres, com intervenções de ajuda econômica, social, educacional, tecnológica e científica.
Cremos que este trecho está em consonância com o que lemos no Tema 3, página 50, que diz:
“Nesse jogo desigual, há alguns aspectos a serem considerados. O primordial já foi constatado, que é a necessidade de geração de energia para suprir as demandas dos blocos desenvolvidos; em seguida, o valor cada vez mais alto dos combustíveis fósseis começa a inviabilizar uma série de economias mundiais e, além disso, o custo das políticas mais agressivas para se obter esse produto, leva os políticos a avaliar, pura e simplesmente, que é mais vantajoso aplicar esforços em políticas geradoras de uma energia “limpa” e com um selo político muito mais aceitável, pois em tese gera empregos e é mais barata. Entretanto, os blocos desenvolvidos não querem, ou não tem área agricultável suficiente para produzir estes agros combustíveis em seu território. Por fim, o último aspecto a ser analisado, e o mais crucial deles, é a competição pelas áreas da agricultura que gera alimentos. Na estrutura geopolítica atual parece haver um jogo desigual que empurra a produção dos agros combustíveis justamente para os locais mais pobres e famintos do planeta. Vale neste ponto lembrar as questões levantadas no texto escolhido pelo grupo sobre os pontos contra o biocombustível” (http://www.ebah.com.br/content/ABAAAACfkAC/pontos-contra-os-biocombustiveis).


Bibliografia
Texto da Disciplina 8 – Gestão do Território: Energia e Meio Ambiente.
http://www.youtube.com/watch?v=nO5He1XRchg


Energias alternativas. Vídeo escolhido pelo InovaGeo


domingo, 2 de setembro de 2012

A importância dos oceanos!

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnuNm93UTjhQm9r7oZXHC0VD9U1Vtz-EybnZLc596J8HP77L-SAYmfQq3mjZ16FLqlVADSGvcYAUGZPRl5qq4V8MIxcdDxEGBBUO6QAqzEUFLlzxaSZHUUIfNMzYtYJ4e_M3ANIiOSEME/s320/charge-emissario2.jpg
Erika Dias

Seres Humanos Racionais?!


http://chacomciencia2011.blogspot.com.br/2011_05_01_archive.html

Erika Dias